Parece
neve
surrealista em meio ao Cerrado em plena época da estiagem e com
tudo seco em volta.
Mas ele é nativo dessas terras, esse Ipê-do-cerrado, mais
precisamente Tabebuia roseo-alba, o seu nome científico.
Responsável pelo contraste a sua volta, e pela admiração dos que
passam pelas estradas do sertão, ele brota também nos recantos mais
discretos do Cerrado, a despeito da admiração de uma platéia. É show
de flores que os habitantes da região parecem nunca se acostumar,
desde há muito tempo.
Em vários tons pelo Brasil à fora, o ipê-branco é nativo apenas na
região central do país, podendo ainda se estender em partes dos
estados de Minas Gerais, e Norte de São Paulo, eventualmente, além é
claro dos estados de Goiás e Mato Grosso do Sul, onde predomina de
modo espontâneo. |
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Tabebuia roseo-alba
Ipê-branco ou Ipê-do-cerrado |
Os Ipês amarelos, são
velhos conhecidos dos brasileiros, em muitas ruas de quase todas as
cidades. Mas aqui no Cerrado eles são Caraíba, são Ipês-do-cerrado,
espécie nativa na região, e recebem esses nomes populares localmente.
Em meio à mata predominantemente seca em tempos de estiagem, os ipês,
tantos os brancos quanto os amarelos, dão o destaque na paisagem e
chamam a atenção do viajante mais distraído, para as belezas e a vida
do Cerrado Brasileiro. |
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Tabebuia ochracea
Ipê-amarelo ou Ipê-do-cerrado |
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