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ROMA

 

Modelo de Trabalho de aluno


Trabalho didático da aluna:  Fabyola Sássia, de Juazeiro do Norte - CE (curso: Design de Interiores 1)


Os Romanos

Na Roma Antiga, os cidadãos livres se dividiam em patrícios e plebeus. Os patrícios eram descendentes de antigos chefes tribais e os plebeus não tinham linhagem aristocrática e não possuíam direitos políticos. Após as guerras, no século III a. C., a organização já não se estabelecia em função do nascimento, mas sim da riqueza.

Em conseqüência das guerras de expansão, os escravos em Roma eram muito numerosos. Não eram considerados seres humanos, mas sim propriedade. Eram explorados e vendidos como mercadorias. Seu trabalho era decisivo para a produção dos bens necessários para a sociedade. Podiam comprar sua liberdade ou serem libertados por seus proprietários.

A religião romana foi formada combinando vários cultos e influências. O Estado romano propagava uma religião oficial que prestava culto aos grandes deuses gregos porém com nomes latinos. Os cidadãos, porém, buscavam proteção nos espíritos domésticos, chamados “lares”.

O Império Romano dependia de um exército forte e bem organizado, que realizava campanhas de expansão e defendia as fronteiras. Só os cidadãos romanos poderiam ser soldados.

Com o fim das guerras de conquista, teve início a crise do escravismo que abalou seriamente a economia. Além disso, houve disputas pelo poder e o exército ficou enfraquecido. Tudo isso levou à divisão e queda do Império Romano.

Arquitetura

A arquitetura da Roma Antiga é formada por um conjunto de elementos gregos e etruscos. O plano do templo é herdado dos etruscos. Quanto à ornamentação, é grega, sendo coríntia a ordem preferida. Ou se mandavam trazer da Grécia esculturas, colunas e objetos de todo tipo, ou se fazia cópias dos originais nas oficinas da cidade. Embora não haja dúvida de que as obras arquitetônicas romanas tenham resultado da aplicação das proporções gregas à arquitetura de abóbadas dos etruscos,  também é certo que lhes falta um caráter totalmente próprio, um selo que as distinga.

Os romanos também modificaram a linguagem arquitetônica que haviam recebido dos gregos, uma vez que acrescentaram aos estilos herdados (dórico, jônico e coríntio) duas novas formas de construção: os estilos toscano e composto.

A evolução da arquitetura romana reflete-se fundamentalmente em dois âmbitos principais: o das escolas públicas e o das particulares. No âmbito das escolas públicas, as obras (templos, basílicas, anfiteatros, arcos de triunfo, colunas comemorativas, termas e edifícios administrativos) apresentavam dimensões monumentais e quase sempre formavam um conglomerado desordenado em torno do fórum - ou praça pública - das cidades.

Ao lado, Anfiteatro em Nimes - França

nimes.jpg (19089 bytes) 

fauno.jpg (15438 bytes) As obras particulares, como os palácios urbanos e as vilas de veraneio da classe patrícia, se desenvolveram em regiões privilegiadas das cidades e em seus arredores, com uma decoração faustosa e distribuídas em torno de um jardim.

 A plebe vivia em construções muito parecidas com nossos atuais edifícios, com portas que davam acesso a sacadas e terraços, mas sem divisões de ambientes nesses recintos. Seus característicos tetos de telha de barro cozido ainda subsistem em pleno século XX.

A engenharia civil romana merece um parágrafo à parte. Além de construir caminhos que ligavam todo o império, os romanos edificaram aquedutos que levavam água limpa até as cidades e também desenvolveram complexos sistemas de esgoto para dar vazão à água servida e aos dejetos das casas.

Pintura

A maior parte das pinturas romanas que conhecemos hoje provém das cidades de Pompéia e Herculano, que foram soterradas pela erupção do Vesúvio em 79 a.C. Os estudiosos da pintura existente em Pompéia classificam a decoração das paredes internas dos edifícios em quatro estilos. O Mosaico foi muito utilizado na decoração dos muros e pisos da arquitetura em geral.
Primeiro estilo: recobrir as paredes de uma sala com uma camada de gesso pintado; que dava impressão de placas de mármore.
Segundo estilo: Os artistas começaram então a pintar painéis que criavam a ilusão de janelas abertas por onde eram vistas paisagens com animais, aves e pessoas, formando um grande mural.
Terceiro estilo: representações fiéis da realidade e valorizou a delicadeza dos pequenos detalhes.
Quarto estilo: um painel de fundo vermelho, tendo ao centro uma pintura, geralmente cópia de obra grega, imitando um cenário teatral.

 

Escultura

Os romanos eram grandes admiradores da arte grega, mas por temperamento, eram muito diferentes dos gregos. Por serem realistas e práticos, suas esculturas são uma representação fiel das pessoas e não a de um ideal de beleza humana, como fizeram os gregos. Retratavam os imperadores e os homens da sociedade. Mais realista que idealista, a estatuária romana teve seu maior êxito nos retratos. 

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