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Características peculiares que fazem dessas plantas
“daninhas”: 1)-
Produzem grande quantidade de sementes e com alto índice de
germinação; 2)-
Como são rústicas se adaptam a situações adversas, como baixa de
fertilidade do solo, seca, inundação e salinidade; 3)-
Reproduzem por sementes e/ou estruturas de propagação vegetativa
(colmos, estolões, rizomas, tubérculos) e que também ocorre o fenômeno da
dormência sob condições desfavoráveis de umidade e temperatura,
voltando a se desenvolver quando as condições forem favoráveis.
| Existem
vários fatores dessas plantas serem problemáticas à sociedade
urbanizada, tais como: |
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Servem de
habitat a roedores e insetos que transmitem doenças, pois encobre
áreas onde há acúmulo de lixo. |
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Provocam
entupimento de galerias de escoamento de águas pluviais, decorrente
de obstrução das mesmas e outras mais. |
CONTROLE: Dependendo da área e da plantação em questão, pode-se optar por
alguns métodos de controle para as plantas daninhas.
| Manual:
Quando a plantação ou gramado, já estão cultivados e se a
área não for muito grande pode-se optar pelo controle manual. O
controle manual apresenta algumas limitações
tipo: |
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Precisa-se de
alguns tipos de ferramentas como enxadas, enxadões, ferrinhos. Estas
não conseguem remover totalmente as estruturas radiculares das
plantas, onde o terreno ficará limpo por um curto período de
tempo. |
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Plantas
daninhas problemáticas como a tiririca, grama seda, capim colonião,
braquiária, têm seu vigor aumentado quando há esse tipo de
coleta. |
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A capina manual não consegue atuar no banco de sementes
presentes no solo. |
Químico: Outro
método de controle é o químico pelo uso de herbicidas muito usado em
grandes áreas para plantação e em gramados esportivos e ornamentais, assim
como em áreas urbanas. Esse método embora eficiente requer bastante
cuidado quanto à forma de aplicação. A seletividade desses produtos, na
maioria das vezes, estará relacionada as dosagens corretas de
utilização. |
| Existem
alguns tipos de herbicidas como os: |
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Não
Seletivos – que são considerados como produto para pré-plantio.
Estes são usados antes de plantar qualquer coisa, pois visam
controle total das ervas daninhas e também controlam o crescimento
de fungos e nematódios. |
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Seletivos –
são aqueles que controlam ou suprimem certas espécies de ervas
sem afetar as plantas que interessam. |
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Pré-emergentes - estes devem ser aplicados no
gramado já plantado e antes da germinação das ervas daninhas. O
produto irá formar uma barreira de superfície do solo, controlando
as plantas durante o processo de germinação, mas sem eficiência em
ervas daninhas já germinadas. Gramados recém plantados, por mudas,
sementes ou leivas, têm baixa tolerância a pré-emergentes, as
aplicações devem ser iniciadas após algumas semanas. |
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Pós-emergentes - esta categoria de herbicida é
aplicada diretamente nas ervas daminhas já germinadas, e promovem
pouco ou quase nada de efeito residual no solo. Geralmente são
necessárias várias aplicações para se ter eficiência desejada, mas
podendo causar danos à grama denominado
fitotoxidez. |
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NOME COMUM:
GRAMA TORPEDO Nome
Científico: Panicum maximum. Família:
Graminaceae. Porte:
Herbáceo Comentários:
Muito comum em áreas pantanosas, perto de lagoas e águas salinas e
em solo arenoso. Tem tolerância à seca e
inundações. |
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NOME
COMUM: TIRIRICA DO
BREJO Nome
Científico: Cyperus rotundus
Família: Cyperaceae Porte:
Herbáceo Comentários:
Uma
das plantas mais prejudiciais às culturas devido, principalmente a
sua capacidade de liberar exsudados químicos de efeito
alelopático que afetam a germinação,
a
brotação
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o desenvolvimento de outras espécies de plantas. Essas toxinas são
formadas especialmente nos tubérculos e liberadas durante a
decomposição desse órgão no
solo. | |